Ele é um verdadeiro encanto! O Shar Pei é um cão inteligente, alerta, mas... é carrancudo. Mas, é só a aparência!!
O Shar Pei é extremamente devotado à sua família, independente e reservado. De estatura mediana, ele não está entre as raças mais comuns de serem vistas desfilando pelas ruas. Vive bem em lugares grandes ou pequenos, se adaptando com facilidade. Não é de grandes agitos, mas gosta de crianças. Late pouquíssimo.
Outro atrativo é a língua azul, semelhante a do Chow-Chow. Quanto à pelagem, possui pêlo curto, arrepiado e rígido ao toque. A cor pode ser preto, acaju, marrom escuro, bege e creme.
O Shar Pei quando filhote é um mar de rugas. Na fase adulta, ao contrário do que se pensa, não tem que ser tão pelancudo.
Atualmente, o padrão de altura para esta raça varia de 48 a 58,5 cm. Já o peso está limitado entre 18 e 29 Kg.
Mas, cuidar das rugas deste cão exige atenção especial. Entre as dobras podem se acumular sujeira e umidade, ocasionando seborréia, dermatite e micose.
Para que isto não ocorra, o Shar Pei deve estar sempre bem seco. Depois de enxugá-lo, leve-o ao sol a fim de eliminar os resquícios de umidade.
As rugas da cabeça são muitas vezes as vilãs de problemas de vista. Quando caem na frente dos olhos, forçam as pálpebras e cílios a entrar nos olhos.
O drever ou basset sueco, foi desenvolvido no início do século XX na Suécia. Na realidade, seus ancestrais são cães da raça basset de Westfália que foram importados para a Dinamarca e cruzados com sabujos suíços. O resultado destes cruzamentos foram chamados de “daschbraco dinarmaquês”. Alguns exemplares destes cães dinamarqueses foram levados para a Suécia, onde foram novamente cruzados com o basset de Westfália e, possivelmente também com cães teckels. Seu nome “drever” significa caçador em sua terra natal e esta raça é, de fato, um grande cão de caça muito popular na Suécia e também no canadá, mas pouco conhecido no resto do mundo. A raça só foi reconhecida em 1947 na Suécia, seu reconhecimento internacional contudo só ocorreu em 1953, pela FCI.
Muito corajoso e persistente, o Drever é um bom caçador de coelhos, cervos e raposas, mas também enfrenta animais maiores como javalis. O drever possui um excelente olfato e é um bom rastreador, seu latido é bastante alto. Este cão, além de caçador é também um bom companheiro, alerta e fiel, que pode vir a se tornar um bom cão de guarda de alarme. É um cão ativo, corajoso e inteligente, mas ao mesmo tempo independente e determinado o que pode representar uma certa teimosia e exigirá alguma paciência da parte do seu dono.
Pequeno, porem valente. Essa é a principal característica dessa raça que fisicamente assemelha-se ao feroz Dobermann. Mas, ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Pinscher Miniatura não é um Dobermann de pequeno porte. Na verdade ele á apenas um dos ancestrais da raça. Ativo, com bom temperamento e muito fiel ao dono, ele é um ótimo cão de companhia para toda a família. Aprecia brincadeiras e comporta-se bem com crianças. Também faz excelente guarda da casa, por estar sempre alerta e atento a tudo. Atualmente pode ser considerado como uma das raças mais populares do país. Entre os cães nascidos e registrados anualmente, ele apresenta uma posição privilegiada. Nesta década, manteve-se entre as 20 raças com maior número de nascimentos no Brasil. É considerado como o rei dos Toys. Essa classificação se deu, principalmente, pelo fato de ser um cão de porte pequeno que não requer exercícios extras e que se adapta facilmente a reduzidos.
Origem e História
Esta raça é original da Alemanha, onde Pinscher significa "mordedor". A semelhança com o Dobermann, raça famosa como guardiã, não é à toa. Ambos descendem de um mesmo ancestral, o Pinscher Standard, do qual não se têm notícias no Brasil.
As origens são conhecidas e a sua presença aparece documentada por numerosas representações antigas. Sabe-se que o pinscher era encontrado nas florestas da Alemanha, há séculos, onde passou a ser criado. O verdadeiro movimento deu-se em 1895, com a fundação do pinscher Clube Alemão, que redigiu o primeiro padrão da raça. Mas especula-se que o pinscher descende do cruzamento do Italian Greyhound, com o pequeno techel.
Na Alemanha é encontrado dois tipos de tamanho: o médio e o miniatura. No Brasil só temos exemplares miniaturas. Há ainda outros tipos de pinscher na Alemanha e Estados Unidos: o Afghan Pinscher, que surgiu do cruzamento do Griffon e Schauzer, que são conhecidos como grandes caçadores de ratos, e o Pinscher Manchester, de tamanho maior, que foi usado na criação da raça Dobermann.
Como já foi dito, o Pinscher é muito parecido com o Dobermam e é considerado um excelente cão de guarda, às vezes mais atento que um cão com o dobro de seu tamanho. É a menor raça de guarda classificada pela Federação Cinológica Internacional.
É um cão muito agitado, que gosta de chamar a atenção de todos que estão à sua volta para si mesmo. Apesar de gostar de crianças, não se aconselha que conviva com crianças muito paquenas, pois podem machucá-lo, e conseqüentemente provocar nele uma reação violenta.
A cada cria costumam nascer de 4 a 6 filhotes. É um cão que dispensa maiores cuidados, o banho mensal já o suficiente para mantê-lo limpo, desde que seja escovado duas vezes por semana.
Uma boa ração e água é o suficiente para esse pequenino cão. Sua pelagem é curta e densa, suavemente assentada e lustrosa, sem falhas.As cores são sólidas em várias tonalidades, do castanho ao vermelho-veado, e preto com marcas marrom bem nítidas nas maçãs do rosto, focinho, acima dos olhos, no queixo e garganta, nos dois lados do antepeito, metatarso, pernas dianteiras, patas, face interna das pernas traseiras e na região anal.